Uma nova forma de pensar
Por que a experiência quase sempre quebra abaixo da tela e quais teorias ajudam o designer de serviço a ler qualquer jornada e decidir por onde começar.
02Analisando uma jornada real
As camadas de análise que transformam um mapa de jornada em ferramenta de priorização, aplicadas ao caso Starbucks.
03Metaprincípios de serviço
Um framework de seis metaprincípios para avaliar produtos digitais com teoria de serviços, sem depender de pesquisa, com vocabulário comum e um caminho para priorizar.
04Os metaprincípios na prática
Como ampliar o 6C para o seu contexto, usá-lo com IA para analisar avaliações reais de clientes e aplicá-lo com um time para descobrir onde a jornada mais falha.
05O que é valor
Valor não se agrega: ele é construído, destruído, liberado ou travado nas pessoas, como mostram a lógica dominante de serviço, os stakeholders e os valores terminais.
06Valores terminais e tensões
Como descobrir, com perguntas sucessivas, o valor terminal de cada stakeholder e mapear os conflitos que surgem quando eles querem coisas diferentes.
07Priorizar com lentes teóricas
Como usar teorias como lentes para tirar do ruído de milhares de avaliações de clientes uma priorização justificada, com a IA sob o seu comando.
08Poder, resistência e influência
Por que bons projetos de design não saem do papel e quais táticas ajudam a escolher onde atuar, engajar pessoas, comunicar e mapear dependências para que a mudança aconteça.
09Pensamento sistêmico e delays
Como enxergar serviços como sistemas, mapear o que a jornada costuma esconder e entender por que os efeitos das decisões chegam atrasados.
10Antecipar efeitos colaterais
Como os delays aparecem no mundo e nos produtos digitais, por que eles existem e como estimar o que uma solução de curto prazo pode causar mais adiante.
11Experiência do colaborador e handoffs
Por que não existe cliente satisfeito com colaborador insatisfeito, o que acontece nos bastidores do serviço e como desenhar e enxergar boas passagens de bastão.
12A cadeia que liga colaborador e cliente
Como o ambiente, a função, a seleção, o reconhecimento e as ferramentas de quem trabalha afetam a qualidade do serviço, a satisfação, a lealdade e o lucro, e como tornar visíveis as passagens de bastão que o blueprint esconde.
13Quando usar IA num serviço
Como a mineração de processos revela o serviço real e quais critérios ajudam o designer de serviço a decidir onde um agente de IA ajuda e onde atrapalha numa jornada.
14Juntando tudo
Síntese de como aplicar no trabalho as teorias, os metaprincípios, os valores terminais, a priorização, o poder, os delays, os handoffs e os critérios para usar IA.